Alta performance na moda fitness

A tecnologia e a inovação nos transportam de uma moda visual para uma moda sensorial

Os dois últimos anos de pandemia provocaram mudanças de comportamento e no modo como a atividade física se faz presente na nossa rotina. Descobrimos novas maneiras para se exercitar — os treinos on-line vieram para ficar — as academias e estúdios estabeleceram novas formas de atender os clientes e a atividade física ao ar livre ganhou novos adeptos.

E tudo isso reflete nas tendências para a prática de atividade física. Pesquisa anual com mais de 4.500 profissionais de saúde e fitness realizada pelo American College of Sports Medicine (ACSM), uma das entidades esportivas mais respeitadas do mundo, identificou a tecnologia vestível como a principal tendência para 2022.

“Os avanços tecnológicos tornam mais fácil para os usuários coletar métricas importantes de saúde e facilitam o trabalho de profissionais de fitness e de saúde para promover a adoção de hábitos saudáveis e aumentar a qualidade de vida”, diz o ex-presidente do ACSM Walter Thompson, principal autor da pesquisa.

Estamos vivendo a era do fitness, como pontua o escritor Jürgen Martschukat em sua obra The Age of Fitness, com a indústria fitness quebrando recordes ao ser avaliada em mais de US$ 100 bilhões. O crescimento desta cultura acelerou também porque o setor se transformou em um pilar do estilo de vida.

Neste contexto, o sensorial passou a integrar a moda, assim como a tecnologia. No país, temos a Vulcabrás como a maior gestora de marcas e artigos esportivos, com Olympikus, Under Armour e Mizuno no portfólio. A companhia coloca à disposição de suas marcas toda a inovação necessária para produzir as melhores tecnologias do mundo. Para isso, conta com um time de pessoas dedicadas e especializadas e um centro de desenvolvimento – o maior da América Latina – além de um parque industrial modernizado, que atesta a excelência e nível elevado da indústria nacional.

Uma das plantas fabris da companhia está localizada em Horizonte (CE) e a outro em Itapetinga (BA). Em sua cadeia produtiva, a Vulcabras emprega processos que garantem precisão aos seus protótipos, como, por exemplo, o uso de tecnologia 3D e cortes a laser. Com isso, suas marcas levam tecnologia e inovação para todo perfil de atleta, de todos os locais, de todos os bolsos e de todas as performances.

A inovação está no DNA da companhia, por isso, no ano passado, a Vulcabras expandiu seu protagonismo nesse pilar e juntou-se ao grupo fundador do Instituto Caldeira, um ecossistema de fomento da inovação que reúne empresas privadas, comunidade e poder público, localizado em Porto Alegre.


Além de participar do ecossistema do Instituto Caldeira, que conta com workshops, talks e diversas iniciativas, a Vulcabrás tem um escritório no local, que foi idealizado para proporcionar trabalho multidisciplinar entre equipes, parceiros e startups, com uma infraestrutura completa para ideação de novos projetos que poderão ser estendidos à toda empresa.

Vale atentar para cada produto que ilustramos aqui.  Dentre os produtos inovadores anunciados ao mercado, temos:
• UA HOVR, uma das linhas mais inovadoras da marca Under Armour, com tecnologia de amortecimento inovadora para corredores de longa distância, que buscam conforto durante sua performance;
• Corre 1 Eco, versão sustentável do melhor tênis de corrida já fabricado pela marca Olympikus. Criado em 2018 e lançado pela primeira vez em 2019 após diversas pesquisas e estudos de tendência com especialistas em corrida, o modelo foi desenvolvido por engenheiros, designers, mestres em biomecânica e atletas profissionais e amadores com tecnologia para proporcionar ainda mais performance na hora de correr. Produzido com componentes reciclados e renováveis, o Corre 1 Eco conta com materiais como o EVA Verde, que é produzido a partir da cana de açúcar e está presente na sola e na palmilha do calçado. Além disso, o cabedal é feito com fios de poliéster reciclados a partir de garrafas plásticas e no solado há também borrachas especiais extraídas da seringueira.

Atente ao descritivo de cada peça. A alta performance já é uma realidade. O que vem por aí?  Muitos investidores de tecnologia e pesquisadores de tendências de moda, creditam que os têxteis inteligentes e a tecnologia vestível (wearable) terão um rápido crescimento se as questões-chave como as fontes de alimentação e lavagem forem resolvidos. O que se busca são mais opções de conectividade, velocidade e comunicação de múltiplas funções. O envelhecimento da população vai se beneficiar da tecnologia vestível que monitora os níveis de freqüência cardíaca, temperatura, respiração ou atividade física.

Modelos: Lilian Andressa Fesch e Filipe Tomazino

Moda fitness: Olympikus, Under Armour e Mizzuno

Local: One, Construtora Zagonel

Fotos Luis Schwarzer |@luisschwarzerph

Conteúdo publicado na edição 53 da revista Gente que Faz



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