Gincana premia escolas públicas através do Prêmio Nestlé

Em comemoração aos 100 anos no Brasil, Nestlé lança gincana para transformar as escolas públicas em ambientes mais saudáveis

Companhia transformou a quarta edição do Prêmio Nestlé por Crianças mais Saudáveis em uma plataforma de engajamento, com propostas de atividades em formato gincana, que podem ser integradas ao plano de aulas e realizadas à distância

A Nestlé lançou a quarta edição do seu Prêmio Nestlé por Crianças Mais Saudáveis, iniciativa que contempla a seleção de 10 escolas públicas do país para receberem apoio pedagógico e financeiro de

R$ 35 mil cada um, a serem investidos em iniciativas para promover hábitos mais saudáveis para as crianças. Ao longo dos três anos em que foi realizado, o prêmio já transformou a vida de mais de 12.500 crianças de 30 escolas de todas as regiões do Brasil. Diante do atual cenário, com muitas escolas fechadas pela pandemia, a companhia transformou a iniciativa em uma grande plataforma online de apoio para os educadores. Neste ano, a participação se dará em um formato de gincana, com missões propostas para que cada professor possa realizar junto com os alunos, mesmo no cenário de aulas à distância, abordando temas que fazem uma relação entre hábitos mais saudáveis, alimentação e conteúdos pedagógicos.

As missões e o material pedagógico trazem atividades lúdicas para desenvolver habilidades referentes às áreas de Ciências da Natureza, Língua Portuguesa e Matemática da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e foram cocriados com o Instituto Crescer, especializado no desenvolvimento de projetos educacionais. O objetivo é apoiar os professores com conteúdos que podem inclusive ser adaptados e inseridos no plano de aulas, para ajudar na promoção do engajamento dos alunos. O formato é uma resposta ao atual cenário, já que, segundo dados de uma pesquisa do C.Lab (laboratório interno de pesquisas da Nestlé) com pais brasileiros, realizada em setembro de 2020, 55% dos participantes acreditam que a pandemia limitou as experiências dos filhos e 64% declaram que essa limitação do aprendizado escolar é o que mais preocupa. Além disso, para 74% o aprendizado escolar foi a maior vivência perdida e 51% dos filhos não se adaptaram ao ensino online.

Além disso, a iniciativa ajuda a promover conscientização e a adoção de uma alimentação equilibrada e da prática de atividades físicas, pilares essenciais para ajudar na promoção da saúde, permitindo ainda a participação direta de um público ampliado de estudantes. “O prêmio segue com sua missão de ajudar educadores das escolas da rede pública brasileira a se tornarem agentes transformadores em cada instituição em que atuam. Com esse novo formato, queremos promover engajamento e impacto direto para um número muito maior de crianças, conversando diretamente com elas por meio de atividades divertidas e, ao mesmo tempo, educativas. A nossa expectativa é de impactar e levar hábitos mais saudáveis para cerca de 30 mil alunos neste formato”, comenta Juliana Oliveira, responsável pelo Prêmio Nestlé por Crianças mais Saudáveis.

“Para nós é uma satisfação contribuir com estratégias de ensino que colocam os estudantes no centro do processo e como protagonistas na solução de problemas do mundo real. Essa divisão de responsabilidades é fundamental para motivar os estudantes e para que, juntos, possam desenhar novos processos, novas metodologias, novos caminhos para aprender de forma divertida, interativa e colaborativa”, afirma a Dra. Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer.

Dinâmica

As inscrições e missões podem ser realizadas pelas escolas públicas de todo o país até 4 de julho, por meio da plataformawww.escolasmaissaudaveis.com.br. As missões são relacionadas aos cinco comportamentos saudáveis promovidos pela iniciativa Nestlé por Crianças mais Saudáveis: Alimentação Nutritiva e Variada; Brinque Ativamente; Beba Mais Água; Curta as Refeições Juntos e Porcione para Comer Melhor.

Cada escola pode realizar com os alunos quantas missões quiser e quanto mais missões, mais pontos a instituição ganha na gincana. Para comprovar as missões, os educadores devem enviar evidência da realização das ações propostas, por meio de fotos, vídeos, conteúdos escritos, entre outros. Ao final, a escola tem que submeter a sua proposta de um projeto pedagógico, respondendo algumas perguntas sobre “O que você faria na sua escola se ganhasse o prêmio?”. As 10 escolas com maior pontuação e melhores projetos serão contempladas com R﹩ 35 mil reais cada, em benfeitorias a serem realizadas na instituição, mentorias pedagógicas por cinco meses, além do acompanhamento da implementação do projeto.



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